domingo, 27 de maio de 2012

Chove...










Mas isso que importa!,
se estou aqui abrigado nesta porta
a ouvir a chuva que cai do céu
uma melodia de silêncio
que ninguém mais ouve
senão eu?

Chove...

Mas é do destino
de quem ama
ouvir um violino
até na lama.
 




José Gomes Ferreira 

Não quero mais que um som de água



Não quero mais que um som de água
Ao pé de um adormecer.
trago sonho, trago mágoa,
Trago com que não querer.



Como nada amei nem fiz
Quero descansar de nada.
Amanhã serei feliz
Se para amanhã há estrada.



Por enquanto, na estalagem
De não ter cura de mim,
Gozarei só pela aragem
As flores do outro jardim.



Por enquanto, por enquanto
por enquanto não sei quê...
Pobre alma, choras sem pranto,
E ouves como quem vê.





Fernando Pessoa

A mulher que sabe amar




A mulher que sabe amar é mestra do homem. Jamais governanta. 
A mulher que sabe amar não irrompe nem interrompe. Chega suave. 
A mulher que sabe amar conhece a sua superioridade e os limites desta. 
A mulher que sabe amar sabe ser mãe e ser um furor na cama. 
A mulher que sabe amar jamais se deixa subjugar. Nem subjuga.
A mulher que sabe amar sabe que não basta ter razão. Precisa saber ter razão.
A mulher que sabe amar é o ser mais elevado que há na terra.
A mulher que sabe amar cala quando sabe não ser compreendida e fala na hora certa.
A mulher que sabe amar jamais diz: eu não falei que não ia dar certo.
A mulher que sabe amar compreende os filhos e sem pretender ensina amor ao marido.
A mulher que sabe amar por ser superior não se preocupa em mandar.
A mulher que sabe amar não sabe obedecer cegamente: ou compartilha ou se separa.
A mulher que sabe amar sabe tanto de moda quanto de arte.
A mulher que sabe amar educa sem reprimir e orienta sem impor.
A mulher que sabe amar fala baixo, não usa perfumes exagerados e ama a alma.
A mulher que sabe amar conversa com Deus e partilha com a família,
A mulher que sabe amar sente sua máxima realização quando amamenta.
A mulher que sabe amar tem orgasmo, é abençoada pela bondade.
A mulher que sabe amar não faz alarde de sua superioridade sobre o homem.
A mulher que sabe amar é a responsável pela sobrevivência da espécie humana.
A mulher que sabe amar jamais ouvirá de seu marido a frase:
Eu não tenho opiniões: tenho esposa….

Artur da Távola.

“UMA HISTÓRIA DIFERENTE…”






“Eu venho querendo contar uma história diferente, onde tudo na minha vida é lindo e cada vez mais me sinto viva. Mas é complicado, minhas palavras não são diferentes das que sempre digo. É tudo muito igual, é tudo muito mesmo. Sem novas noticias, sem boas noticias, sem expectativa de algo aconteça. Talvez eu tenha mesmo me acostumado com essa rotina, mais não era pra ser assim. Aonde foi parar minha nova história? Aonde foi parar o começo de algo bom? Aonde foi parar as mudanças? Porque tudo que eu vejo parado, é a minha vida. O tempo é lento, é rápido, é contador de histórias, é passagem de pessoas, de outros tempos, mas nunca é o que faz tudo isso passar, não é o que cura essas falta de algo na minha vida. O tempo não é emergência, urgência e nem remédio para o que ando sentindo, mesmo não sabendo o que sinto, só sei que sinto algo. E talvez é esse sentimento desconhecido que me mantém vivo, me mantém de pé. Mas mesmo assim, tudo é confuso, parece que em vez dos ponteiros do relógio ir para frente, ele volta. Fazendo com que eu me sinta assim, perdida, desnorteada, sem rumo.
Autor desconhecido.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

EIS-ME







Tendo-me despido de todos os meus mantos
Tendo-me separado de adivinhos mágicos e deuses
Para ficar sozinha ante o silêncio
Ante o silêncio e o esplendor da tua face

Mas tu és de todos os ausentes o ausente
Nem o teu ombro me apoia nem a tua mão me toca
O meu coração desce as escadas do tempo em que não moras
E o teu encontro
São planícies e planícies de silêncio

Escura é a noite
Escura e transparente
Mas o teu rosto está para além do tempo opaco
E eu não habito os jardins do teu silêncio
Porque tu és de todos os ausentes o ausente



Sophia de Mello Breyner Andresen  

Livro Sexto (1962)



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Walt Whitman

Não deixes que termine o dia sem teres crescido um pouco, 
sem teres sido feliz, sem teres aumentado os teus sonhos. 
Não te deixes vencer pelo desalento. 
Não permitas que alguém retire o direito de te expressares, 
que é quase um dever.
Não abandones as ânsias de fazer da tua vida algo extraordinário.
Não deixes de acreditar que as palavras e a poesia podem mudar o mundo.
Aconteça o que acontecer a nossa essência ficará intacta.
Somos seres cheios de paixão.
A vida é deserto e oásis.
Derruba-nos, ensina-nos, converte-nos em protagonistas de nossa própria história.
Ainda que o vento sopre contra, a poderosa obra continua:
tu podes tocar uma estrofe.
Não deixes nunca de sonhar, porque os sonhos tornam o homem livre.





segunda-feira, 21 de maio de 2012

LIVRE SAUDADE



Forte desejo...
Minha boca abre...fecha...
Em cada evolução,
Ela sopra uma canção,
Som suave...
Com o sabor do nosso amor.
Forte desejo...
De me perder em teus beijos,
Sentir tua pele e nada falar,
Apenas continuar aqui...
Toca em mim,
Vou deixar minha saudade livre,
Ela quer chorar, gritar, ir atrás de ti...
Vou deixar que ela corra, voe
E, se por acaso, ela te encontrar,
Que te diga o quanto estou a sofrer.
Eu te amo e sei que
Um dia irás entender...

Rô Montano

MORO ALÉM


Moro além
mais além
onde moram os sonhos
e nascem as vontades
onde se despedaçam os carinhos
e se oferecem as bocas famintas
onde viajam as palavras
que certeiras e sucintas
visitam os teus olhos
e espraiam-se na tua pele

moro além
mais além
onde Deus inventa
e o diabo dispõe
onde tudo se permite
até sonhar

moro além
na tua imaginação
aonde me desejas
e não podes me tocar
aonde me inventas
em cada verso que fazes
e me possuis em cada trinado
que ouves lá fora
onde a saudade se demora
cada vez que me beijas

moro além
e sei que não posso viver dentro de ti
mas posso sempre te imaginar aqui
junto de mim
onde os nossos olhares se tocam
e os nossos corpos se fundem

Afinal moro além...lembras...?!

Onde tudo é possivel
até fundir-me em quem eu amo...

São Reis

NA CARNE E NA ALMA

NA CARNE E NA ALMA


Sinto na carne o peso dos anos

Sinto na pele a frescura que se esvai

Sinto no olhar a beleza

que aos poucos vou perdendo

amarelecendo

como uma flor que chegou no fim de vida


Dizem que é na carne que se sente

e se cresce

e que na alma permanece

tudo intacto que se queira guardar


Vou tentar arranjar um lugar

que me guarde o olhar

que me serene o rosto

que me afugente as lágrimas


Vou esperar que a minha alma

se conserve jovem

sem qualquer margem

como um cavalo selvagem

que precisa de correr

e de um prado verde para o fazer


Vou esperar que ela jamais cresça

e se saiba ser

pura na essência

frágil na inocência

e doce..muito doce....

como só uma alma sabe ser


Que saiba ser por dentro

o que eu não fui por fora

Que me adoce o olhar

que agora se esvai

que me tome os sentidos sem demora


Que saiba se fazer ponte

mesmo distante

mesmo contraditória

ausente por um instante


Que saiba a minha alma

contar a minha história

e relatar com precisão

as minhas angústias

os meus medos

guardar os meus segredos

ser fiel confidente

eterna companheira


E quando a carne

já não suportar a dor infligida

e à morte pedir guarida

que ela seja em mim

como eu fui nela


Que me guarde por dentro

num cantinho bem singelo

Não precisa nem ser grande

mas que seja o bastante

para me acolher

e aí me deixar morrer


E enquanto na carne for sentindo

aquilo que a vida trouxer

que eu saiba ir digerindo

o que a alma não quiser


E que ela me guarde o sorriso

me conserve o pouco siso

e me deixe ainda brincar

ser criança

ter esperança

na relva e chuva patinhar

aproveitar o céu, o sol, o mar


E quando a minha hora chegar

eu deixar-me-ei levar

com a certeza

de que vi tanta beleza

que na alma vou guardar...


tudo o que a carne sentiu

o olhar viu

e a alma quis para si....


São Reis

domingo, 11 de setembro de 2011



São Palavras



São palavras ditas á distância,


Com a musicalidade da dança,


Das flores Outonais, que rodopiam


Como borboletas na Luz,


Que ainda queima.


No entanto, ainda se escondem


Para não interferir, na


Subtileza do perfume,


Das pétalas esquecidas,


Por alguns mortais.



De: M.Céu Oliveira











segunda-feira, 1 de agosto de 2011




O homem de virtude superior é como a água.
A água faz um grande bem aos seres,sem nunca entrar em
conflito.
Habita os sítios que os homens detestam.
É por isso que o sábio se aproxima do Tao.
Ele contenta-se com a situação mais humilde.
O seu coração é profundo como um abismo e grande é o seu
amor.
Quando pratica acções generosas, revela a sua extrema humanidade.
Quando fala, é profundamente sincero.
Quando governa, dedica-se totalmente a alcançar a paz.
Quando actua, revela superior capacidade.
Quando age, fá-lo com sentido de oportunidade.
Não entra em conflito com ninguém e por isso é irrepreencível.

Texto tirado do Livro - TAO TE KING
O CAMINHO DA VIRTUDE

Autor: LAO TZU

quinta-feira, 31 de março de 2011

Eu não diria melhor! Subscrevo na íntegra!

Mia Couto - Geração à Rasca

A Nossa Culpa Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa
abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também
estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância
e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós
1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram
nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não
havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar
a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de
aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a
pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e
da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade,
nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter
de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm
direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por
escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na
proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que
o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois
correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade
operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso
signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por
não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração
que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que
queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a
diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que
este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo
como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não
lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de
montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o
desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e
inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e
nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como
todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham
bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados
académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos
que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e,
oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a
subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares
a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no
que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme
convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e
a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?

terça-feira, 29 de março de 2011

http://ventos-mudanca.blogspot.com/

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

METADE

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca

Porque metade de mim é o grito
Mas a outra metade é silêncio

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza

Que a mulher que eu amo
Seja para sempre amada
Mesmo que distante

Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
Nem repetidas com fervor

Apenas respeitadas
Como a única coisa
Que resta a um homem
Inundado de sentimentos

Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma
E na paz que eu mereço

E que essa tensão
Que me corroe por dentro
Seja um dia recompensada

Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável

Que o espelho reflita
Em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância

Porque metade de mim
É a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei

Que não seja preciso
Mais do que uma simples alegria
Para me fazer aquietar o espírito

E que o teu silêncio
Me fale cada vez mais

Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba

E que ninguém a tente complicar
Poque é preciso simplicidade
Para faze-la florescer

Porque metade de mim é plateia
E a outra metade é canção

E que a minha loucura
Seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade
Também

Autor - Ferreira Goular

(Prémio Camões 2010)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

OS VENTOS QUE ÁS VEZES TIRAM ALGO QUE AMAMOS,
SÃO OS MESMOS QUE NOS TRAZEM ALGO QUE APRENDEMOS A AMAR.
POR ISSO NÃO DEVEMOS CHORAR POR AQUILO QUE NOS TIRARAM E SIM,
APRENDER AMAR O QUE NOS FOI DADO: POIS TUDO AQUILO QUE É REALMENTE NOSSO,
NUNCA SE VAI PARA SEMPRE.

BOB MARLEY

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

FadoTV

FadoTV: "– Enviado através da Barra de ferramentas do Google"

segunda-feira, 21 de junho de 2010

...um fundo de decência e de bondade

Toda a gente possui, dentro de si,um fundo de decência e de bondade.
Se lhe der atenção e agir de acordo com ele,está a dar ao mundo
o que lhe é mais necessário. Não é complicado, mas requer coragem.
É preciso coragem para prestar atenção ao que há de bom em nós
e agir de acordo com isso.


PABLO CASALS (1876 - 1973)